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Na base da “saculejada”.

Com a cabeça na “missão impossível” de quarta feira, ninguém sabia se o Cruzeiro entraria em campo com o time titular ou com um mistão. Para “surpresa” de todos o que vimos era um time titular, desfalcado de Fábio, Jonathan e Kléber.

Logo no começo, W. Paulista perdeu um gol cara a cara com o gol, em uma cabeçada fulminante. Pouco tempo depois, Leo Silva – nosso suposto melhor zagueiro – dá um carrinho ultra imprudente para recuperar uma bola adiantada no meio campo e acerta o jogador adversário.
Na hora pensei “que camarada louco, cavalão”, pois a plástica do lance foi algo realmente impressionante. Depois, no replay, reparei que ele foi muito imprudente mas não maldoso, pois o que gerou o “malabarismo” na queda do adversário foi o pé do Leo que prendeu no cadarso da chuteira do atacante do Avai, rasgando a mesma. Independente disso, expulsão corretíssima.
Com muita velocidade, e enfrentando um apático e desorganizado Cruzeiro, o Avai fez 2×0 no primeiro tempo.
Renascendo para o jogo.
O Adílson deu “aquela comida” no time do Cruzeiro e colocou o time nos eixos, sacando o Diego Renan e recomponso a zaga com Thiago Heleno.
E logo aos 7 minutos do segundo tempo, um cruzamento de Thiago Ribeiro encontrou Wellington Paulista que fez o primeiro da Raposa.
Logo depois, Thiago Ribeiro perdeu uma chance cláríssima em um chute que saiu a direita do gol.
Mesmo com um a manos o Cruzeiro encurralava o time do Avai, até que aos 14, em boa jogada do ataque celeste, o goleiro Zé Carlos fez pênalti em Gilberto e foi expulso. Wellington Paulista cobrou fez o segundo da raposa.
O Cruzeiro até virou o jogo com Henrique, mas o bandeirinha anulou o gol com um impedimento MUITO mal marcado.
Aos 28 e aos 32, a trave impediu a virada, e mais ao fim da partida, um susto com uma na nossa trave. Fim de jogo: 2×2. Mas o resultado mais justo seria, de fato, a vitória do Cruzeiro.
De bom, fica o “brio” deste time, que terá na próxima quarta feira, uma paradaduríssima pela Libertadores.
Vamos que vamos Cruzeiro! Vamos fazer história na próxima quarta!

Ingressos a venda!

Os ingressos para a partida de volta da Libertadores já estão a venda.

Local: Estádio do Morumbi
Preco: R$70,00???
Máximo 3 entradas por pessoa.

Vamos lá fazer a nossa parte!

Errata: Minha informação dava conta de 40,00 no guichê do Morumbi. No entanto um de nossos amigos acabou de voltar de lá e advertiu que estão vendendo o ingresso a abusivos R$70,00

Assim que se faz história!

Você sabe por que os fatos importantes são chamados de históricos? Porque, quase sempre, são baseados em acontecimentos difíceis, inesperados e importantes. Se não fosse assim, seriam comuns, da mesma forma que são comuns aqueles que nunca tiveram chance de fazer história.

Não é a toa que cantamos em nosso hino inúmeras “páginas heróicas imortais”. E neste momento de superação, deixo aqui uma leve lembrança de um dos inúmeros feitos que já conseguimos.
Quarta que vem, vou ao Morumbi para fazer história. Venha você também!
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Um duro golpe…

Se a quarta feira passada foi o retrato da perfeição, esta, por sua vez, foi uma para esquecermos.
Em um Mineirão lotado, com uma torcida apaixonada que chegou a pagar até R$100,00 para apoiar o time, o Cruzeiro saiu derrotado por 2×0 em pleno Mineirão e agora terá de fazer hitória para se classificar.
O jogo.
Poucas vezes na minha vida ví o time do São Paulo entrar tão “pequeno” no Mineirão. A “poderosa” equipe paulista começou o jogo totalmente plantado na defesa, algo raro de se ver. Mas deu resultado.
Parece que o Cruzeiro não estava preparado para isso e, em um exagero de cautela, demorou a agredir o time do São Paulo. Teve um lance logo no início da partida onde o Rogério Ceni fica quase 1 minuto com a bola nos pés sem que ninguém lhe desse o combate.
Enfim… em um erro de posicionamento da zaga celeste, Dagoberto fez o primeiro gol do São Paulo que, claramente, desestabilizou o time do Cruzeiro.
No segundo tempo o time voltou IGUAL. A insistência em bolas chutadas para frente, muito em reflexo de um nervosismo exagerado.
Um remédio sem efeito.
Para “solucionar” os problemas do time e torná-lo mais agressivo, Adílson optou pela Entraga de Guerrón no time. Na minha humilde visão de leigo, eu acreditava que uma mexida no meio do time seria mais efetiva, com Roger, e Gilberto caindo para esquerda.
(uma leve cornetada: Guerrón que até hoje não fez NADA com a camisa do Cruzeiro).
O time até tentou, mas em mais uma “pataquada” de nossa zaga, em um toque de calcanhar de Fernandão, o São Paulo dava o segundo e definitivo golpe no Cruzeiro no primeiro embate das quartas de final.
Sem nada a perder.
Hoje, o pessoal que foi na Sampa Azul não teve o que comemorar. De qualquer modo, quarta que vem estarei no Morumbi. O futebol é feito de jogos incríveis, e as grandes histórias que ouvimos são escritas com viradas espetaculares, como esta que precisamos.
Hoje, a classificação ficou BEM difícil. Mas vai que viramos esta história? Neste caso eu quero estar lá para presenciar este feito. Se não der, paciência. O fato é que não temos nada a perder.
Lutar sempre, vencer as vezes, desistir JAMAIS!