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Valei-me, meu São Fábio!

Os primeiros minutos da partida desta quarta feira contra o Botafogo me animaram (e enganaram). Com Fabinho no lugar de Fabrício e Roger, substituindo o selecionável Gilberto, o Cruzeiro começou com uma postura agressiva em campo, marcando o Botafogo no seu campo de defesa.
Com peças mais “talentosas”, o time mineiro teve um início de jogo que envolveu a defesa carioca e proporcionou bons toques de bola para a equipe azul… Opa, azul nada… AMARELO, cor do uniforme 4 que o time celeste estreiou na partida de hoje.
Tanto que aos 18 do primeiro tempo, aproveitando um bom cruzamento de Jonathan, Thiago Ribeiro (sempre ele) fez 1×0 Cruzeiro.
O Botafogo, mesmo no comecinho da partida, tinha lá suas chances, hora no contrataque, hora em bolas paradas. Mas por volta dos 38 do primeiro tempo o Cruzeiro resolveu parar de jogar bola. Passou a ser um time literalmente AMARELO em campo.
O time passou a ser envolvido pelo adversário e a marcar o adversário de maneira frouxa. Aos 40 e poucos, Gil fez um pênalti bobo em Somália. Era o começo do processo de beatificação da nossa “Muralha da China Azul”, o Fábio. Ele defendeu a cobrança e garantiu que o Cruzeiro acabasse o primeiro tempo em vantagem.
Para o segundo tempo, nada mudou. Comentaristas diziam “o Cruzeiro está jogando no contrataque”, mas para mim o time foi frouxo mesmo e não soube se impor. O Botafogo continuava a ameaçar e o Cruzeiro a errar passes e perder a bola sucessivamente.
Adílson tentou “arrumar” a frouxidão do time tirando Roger do time e colocando Pedro Ken. Ganhou com isso um corinho de “burro”, pois a torcida estava angustiada com o mal futebol e aos olhos da multidão ele estava sacando um pouco do talento que o time tinha em campo.
Pouco depois, entrou o Guerrón. A partir dai a torcida perdeu a paciência com o time. Azar do Fernandinho que passou a ser vaiado toda vez que pegava na bola. Mas ele não foi o único a ser homenageado pela torcida, teve a compania do improdutivo Guerrón ao final do jogo.
É fato que não temos peças de reposição, mas com o W. Paulista no banco (que não é lá um craque, mas é bem mais efetivo e marca os seus gols), por que cargas d’água insistir com um jogador tão improdutivo como o Guerrón?
Por que ele é rápido? Pô, se for isso, chamem o Frank Caldeira pra jogar no time e deixa ele de lado.
E olha que eu nem to me referindo a única jogadinha de tapa na direita do Guerrón para criticá-lo. Estou convencido de que ele sofre de “TOC” (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e vou respeitar a sua limitação. Mas sofra isso longe do Cruzeiro.
Para nossa sorte, Fábio ainda fez mais uns 3 milagres na partida, entre eles um chutasso a queima roupa, daqueles que só a mão divina defende. O mínimo que este time podia fazer era doar parte dos seus salários para o Fábio, pois se não fosse ele…
E a paradinha para a Copa está ai…
Com as sondagens a Thiago Ribeiro, Jonathan, Fábio e a incansável (e de certo modo até humilhante) busca do Palmeiras pelo Kléber, não quero nem ver o que vai sobrar do nosso time que já anda na conta do chá.
Abre o olho diretoria! Se não tem dinheiro, não me venham com ‘Roberts’… Esperamos que vocês tenham aporendido a lição com o ‘Kieza Dureza’ que sequer no banco fica. Nos poupem de reforços meia boca e juntem essa graninha para investir em jogadores de verdade.
Meia boca por meia boca, aqui na Sampa Azul nós começamos a bater uma bolinha toda terça. Pelo menos dedicação e a mor a camisa a gente têm.
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Futebolzin esperto!

Agora a Sampa Azul conta tem a sua pelada oficial. (Não, seus pervertidos, estou falando de futebol mesmo… rs). Os craques da nação Azul de São Paulo estarão se reunindo para bater uma bolinha em uma quadra de futebol de salão, na região do Itaim, zona Sul de São Paulo.
Dia: Todas as terças-feiras
Horário: De 20:00hs às 22:00hs
Valores:
• R$25,00 por mês
• R$15,00 avulso
Endereço:
Colégio Ministro Costa Manso
Rua João Cachoeira, 960, Itaim Bibi
(esquina com Av. JK ao lado do Extra)
Interessados, devem confirmar a presença…
até as 18:00hs de cada terça feira. A confirmação pode ocorrer:
• Nos comentários do Blog
• No grupo de e-mails da Sampa Azul
• Por telefone (em breve).
Requisitos obrigatórios:
Comparecer uniformizado com o manto sagrado do Cruzeiro. Camisa do Cruzeiro azul e/ou branca. Se não tiver, pode comparecer com camisas nas cores azul e/ou branca.
Esta é mais uma excelente oportunidade de juntarmos a galera Azul em São Paulo. Vamo que vamo!
Utilidade pública:
Para nossos atletas de final de semana, com aquele físico de escritório, a Sampa Azul indica alguns exercícios básicos para que você evite contusões. Comece devagar, com apenas 1 minutinho matinal e vá aumentando a carga gradativamente.
Abaixo uma video-aula com as dicas. Coisa de criança!
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Já começa 2×0 para o adversário…

Podem chamar de “ressaca da Champions League”, mas hoje estou com um espírito crítio meio aguçado.
Depois de acompanhar sábado a final do torneio Europeu, fica difícil de engolir alumas coisas do futebol tupiniquim. Enquanto as grandes equipes da europa apresentam um futebol de organização tática impecável, com passes precisos e muita entrega em campo, assistir ao jogo do Cruzeiro contra o Guarani hoje foi de doer os olhos.
A maneira displicente com que o time entra em campo é algo simplesmente inexplicável. A falta de vontade, uma marcação frouxa, passes errados… Enfim, um festival de lambanças que só não é maior pois Fábio, Thiago Ribeiro e Kléber ainda esboçam algo parecido com futebol em campo.
Nos quatro últimos jogos, em cada um deles tomamos 2 gols. Uma prova mais do que incontestável que nossa zaga é lenta, displicente e fraca. A cada linha burra de impedimento é um Deus nos acuda. É mais do que evidente de que precisamos de reforços para este setor.
Hoje, o Guarani dominou o primeiro tempo de jogo que acabou com 2×0 para o time da casa. Este mesmo Guarani que tomou de 10 do Santos. E a amplitude do placar a favor dos Bugrinos só não foi maior pois o time verde é limitado e São Fábio estava operando seus milagres.
Deu até pena dos amigos da Sampa Azul que foram para Campinas. As coisas estavam melhores para quem compareceu no QG, pois lá, pelo menos, tinha bolo de aniversário… rs
Já no segundo tempo, Adílson voltou com Guerrón (ai meu Deus) no ataque e um sistema mais ofensivo de jogo. Só que, novamente, teríamos que buscar o resultado. Sorte que o volume de jogo celeste foi maior na etapa complementar e o time conseguiu buscar um empate fora de casa, com gols de Gil e Guerrón de cabeça (isso mesmo, do Guerrón e decabeça… outro desses, só quando o Cometa Halley passar novamente na Terra).
Não quero nem ver esta pausa para a Copa. Só posso torcer para que a diretoria não se desfaça dos poucos jogadores diferenciados que temos e que trate de trazer reforços descentes para este time.
Assistir o jogo no campo…
… muitas vezes é mais do que esclarededor. No Morumbi, no jogo da desclassificação para o São Paulo, o que se viu foi uma lacuna gigante entre o sistema defensivo e o ataque do time. O Cruzeiro parrece ser incapaz de atacar e defender com mais de 1 jogador.
Esta lacuna no meio é o que ocasiona os inúmeros chutões para frente. Coitado do Fábio! Quem segura um pouco a bronca dele é o Fabrício que, quando inspirado, cobre os buracos deixados pela lenta zaga celeste.
No mais, acho que o time precisa correr mais e correr melhor. O que não pode acontecer é as coisas ficarem como elas estão.
Força Cruzeiro… ainda estamos no comecinho do Brasilero.
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Acabou, antes mesmo de começar!

O clima que anteveio a partida desta quarta era o melhor possível na torcida do Cruzeiro. Do lado de fora a festa dos cruzeirenses era animadora, e a alegria também tomou conta do pequeno espaço reservado à nossa torcida.
Os gritos de “Ô, eu acredito” calavam a pacata torcida do São Paulo e tomava conta do Morumbi. Desta vez, a torcida compareceu em menor número que a do ano passado, mas foi ainda mais barulhenta.
Eu também acreditava que era possível. Mas bastou a bola rolar para que, com UM MINUTO de partida o juz expulsasse o Kléber. Da arquibancada, ninguém entendia nada e a revolta foi total. (Agora, depois de poder ver o lance pela TV, ficou claro para mim que o Cruzeiro foi garfado descaradamente).
O jogo acabou ali.
Dai em diante, o time sentiu demais o baque e somente o Thiago Ribeiro buscava de desdobrar em campo para conseguir algo de mais proveitoso. Toda bola lançada no ataque, nas raras jogadas que conseguimos chegar na liah de fundo, TODO O TIME do Cruzeiro estava atraz da linha do meio de campo.
É incrível como ver o jogo do estádio deixa as coisas ainda mais claras.
Com o gol do São Paulo, o Cruzeiro se abalou ainda mais. A entrada do zagueiro Thiago Heleno mostrava paa nossa torcida que o milagre dificilmente viria.
Na volta para o segundo tempo, o Cruzeiro até tentou e voltou com um pouco mais de espírito. W. Paulista estava no time para tentar articular algo com Thiago Ribeiro. Mas com um jogador a menos, a zaga tricolor era intransponível.
Não demorou e o São Paulo fez o segundo gol, decretando a eliminação definitiva do Cruzeiro na LA 2010.
Há de se registrar que a torcida do Cruzeiro teve um papel exemplar no estádio. E embora os microfones da TV possam não ter revelado isso, por diversas vezes calamos o Morumbi, mesmo com a desvantagem no placar. A galera da Sampa Azul também fez bonito e foi em peso ao Morumbi.
Confesso que não ví o final do jogo. Para escapar do trânsito, decidi sair mais cedo do Morumbi.
Hora de repensar algumas coisas.
Não existe motivo para caça às bruxas. Embora hoje tenhamos sofrido o golpe definitivo através da arbitragem, não perdemos a vaga no Morumbi, mas sim no Mineirão.
O São Paulo levou a vaga não por ter um time melhor que o Cruzeiro, mas por ter um ELENCO muito superior ao nosso. As visíveis falhas na zaga celeste vem de muito tempo, e o talento do nosso time do meio para frente mascara o sistema defensivo ridículo que temos.
Tirante o Leo Silva, que não é nenhum craque, todos nossos demais zagueiros são lentos e não tem a menor saída de bola. E pensar que o Alex Silva estava na mira, mas a nossa diretoria não investiu nele por estar com o joelho “bixado”. No lugar, reintegramos o Fábio Santos e o final da história vocês já conhecem.
Saudades de uma direção mais ousada.
Depois de 2003, vivemos de apostas em revelações. Viramos um celeiro experimental para jogadores, como se a toda hora fossemos revelar um Ramires. E mesmo que fossemos, me pergunto o por quê se é para vendermos nossos craques a preço de banana.
Precisamos urgente de BONS JOGADORES para reforçar nosso elenco. Não apostas, ou jogadores medianos, mas jogadores para chegar e jogar.
No caminho atual, estamos em um processo de Atleticalização que pode não ter volta. Estea na hora de alguma coisa mudar no Cruzeiro, antes que seja tarde demais.
Bola para frente.
Agora, meus amigos, é torcer para um “não desmanche”. Thiago Ribeiro e Jonathan já estão na mira de diversos clubes. E a necessidade de vender é latente.
Que nossa diretoria tenha a descência de pensar grande e não acabe com o que sobrou de nosso time. Estamos vivíssimos na luta do Brasileirão, então bola para frente.
Força Cruzeiro!
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Avante, Cruzeiro!

Para que o adversário triunfe, basta que deixemos de lutar. Por isso digo e repito: a vaga para a próxima fase da Libertadores ainda está em aberto, pois nós não desistimos NUNCA!

Enquanto houver bola em jogo, enquanto houver tempo no cronômetro e enquanto existir um mínimo sinal de esperança, lá estarão nosso time e torcida vibrando e buscando a vitória.
A batalha é difícil e pode até ser que não consigamos a vaga. Mas não somos os Guerreiros do gramado a toa e, nesta quarta, vamos ao campo de batalha, com nossos gladiadores, tratar de fazer história.
O Morumbi será pequeno para conter o apoio da Sampa Azul. Vamos todos lá, apoiar nosso Cruzeiro incondicionalmente. Não existirá no estádio um canto mais vibrante que o nosso.
“Vamos, vamos vamos Cruzeiro.
Cruzeiro guerreiro,
Cruzeiro meu amor”.

Pra cima deles esquadrão celeste!