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Eita goleada sofrida, sô!

Olha, só quem assistiu a esta partida pode entender as “loucuras” que vou descrever nas linhas a seguir. Uma goleada de 4×2 que foi mais sofrida do que as apertadas vitórias de 1×0. Talvez, mais sofrida que a heróica vitória sobre o Palmeiras. Quem sobreviveu a este teste para cardíacos, que me ajude a comentar este jogão.
Em jogo estava a possibilidade de terminar a rodada em 2º lugar na classificação geral do brasileirão. A arena do Jacaré recebia o seu melhor público do campeonato. Tudo estava preparado para uma grande festa em azul e branco.
Com a bola rolando, o Cruzeiro começou a partida impondo o seu bom futebol. Aos 6, um belo chute de Fabrício passa rente a trave direita do time bugrino. Aos 9, W. Paulista manda a direita do gol.
Aos 11, Wallyson entrava no lugar de W. Paulista, que saiu sentindo a coxa esquerda, mesma que havia deixado ele de fora dos últimos jogos.
O Cruzeiro continuava pressionando mais, até que aos 22, um primeiro susto. Rafael faz uma defesa maravilhosa em chute de Apodi, uma daquelas dignas do selo “Fábio de Qualidade”.
Aos 25, enfim, o primeiro gol celeste. Em jogada individual, Thiago ribeiro cruza a bola sobre medida para Rômulo fazer o primeiro do Cruzeiro, e o primeiro dele com a camisa estrelada.
Aos 28, o treinador do Guarani Vagner Mancini é expulso. O jogo fica tenso e cheio de discussões. Aos 39, o craque Montillo da um daqueles passes mágicos para Walysson, que fez (até que enfim) o segundo gol do Cruzeiro, o primeiro dele no Cruzeiro.
Aos 42, Mazola, atacante do Guarani, foi expulso facilitando ainda mais a vida do Cruzeiro, que só fez por cozinhar a partida até o intervalo.
2º tempo proibido para cardíacos!
Com vantagem no placar, bom futebol e vantagem numérica em campo, Cuca decidiu puopar o Fabrício e colocou Fabinho em seu lugar. O Cruzeiro começou a etapa complementar fulminante.
logo aos 5 minutos, depois de uma cabeçada de Thiago Ribeiro, Apodi e Fabão trombam e a bola entra em gol legal, anulado pelo juiz, que alegou falta de Wallyson. Aos 8, cruzamento de Montillo para uma cabeçada de raspão de Thiago Ribeiro. Quase o 3º gol.
Aos 11, um chute cinematográfico de Rômulo que explode no travessão. Na sobra, cara a cara com o gol escancarado, o porra do Wallyson (vai ser grosso assim na casa do caralho) consegue chutar em cima do goleiro. Para completar, aos 15, quando ele fez um gol, o lance foi anulado denovo pela arbitragem por impedimento.
Aos 17, Henrique se despedia da partida em um belo chute, mais uma vez salvo pelos anjos da guarda deste goleiro do Guarani. Que coisa! Aos 18, a partida começava a mudar. Entrava o Farías no lugar do Henrique, que seria poupado para o duelo contra o Botafogo.
Inacreditável…
Aquele festival de gols perdidos não me cheiravam bem. Como quase não era incomodado, até dava para entender os 3 atacantes colocados pelo Cuca. mas o tiro saiu pela culatra.
Sem nada a perder, o Guarani foi para o tudo ou nada. O Cruzeiro deixou de marcar bem e a errar muitas saidas de bola. Errou tanto que, aos 24, o Guarani diminuiu, deixando um jogo “baba” muito perigoso.
O gol não mexeu com o time do Cruzeiro que continuou torto em campo. Como com 1 a mais não conseguíamos sair com a bola? Tanto foi assim que, aos 29 veio o castigo. Em jogada pela ponta esquerda, Paulo Roberto passa por 3 marcadores e empata a prtida, deixando todos na Arena do Jacaré totalmente atônitos.
Mas quando a fase é boa…
Mas quando a fase é boa, meu amigo, as coisas dão certo. E menos de 1 minuto depois, em cobrança de escanteio, Fabinho coloca novamente o Cruzeiro na frente. Que sofrimento! Que jogo!
Dois minutos depois, quase o empate do Guarani. Fabão cobrou uma falta perfeita, só não tão perfeito como o goleiro Rafael que salvou com um tapinha, colocando a bola para linha de fundo. Aos 36, outro chute perigosíssimo defendido pelo Rafael.
O jogo era movimentado. Ninguém sabia o que iria acontecer. Os nervos estavam a flor da pele e o sofrimento era imensurável. Mas para preservar os cardíacos que estavam vendo a partida, emcobrança de escanteio, Montillo toca para Thiago Ribeiro, que cruza para Farías colocar números finais a partida. Cruzeiro 4×2 Guarani.
BenzaDeus! Que jogo!
Quatro minutos de acrescimos depois, o juiz apita fim de jogo e decreta a vitória por goleada mais sofrida da história… rs Agora, com 40 pontos, o Cruzeiro pede licença e encabeça junto a Fluminesne e Corinthias a briga pelo caneco em 2010.
Parabéns ao time e também a torcida que foi show de bola. Mas é preciso parar de perder tantos gols assim.
Que o pé esteja mais na forma para o duelo do próximo sábado, contra o Botafogo, um concorrente direto na briga pelas primeiras posições.
Vamos vamos, Cruzeiro!
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Encoxadinha nos líderes.

Jogando fora de casa contra o “chato” time do Avaí, o Cruzeiro conseguiu a 4ª vitória seguida neste brasileirão e colou de vez nos líderes do campeonato. Agora, é ir com tudo para cima do Guarani, em Sete Lagoas, para exorcizar a zica do estádio e dizer a todos em alto e bom som: vamos brigar pelo campeonato.
O Jogo
O estádio da Ressacada é acanhadinho, daqueles que a gente não gosta de ver o Cruzeiro jogar. O time catarinese já havia beliscado boas vitórias jogando em seus domínios, mesmo contra grandes times. Agora era a vez do Cruzeiro tentar a sorte.
Mais técnico, o time mineiro começou cadenciando a partida, tocando bem a bola no campo de desefa. Mas o que seguiu no primeiro tempo foi um jogo feio e truncado, com poucas chances de gol até a metade do primeiro tempo.
O juizão havia amarelado Diego Renam logo no primeiro minuto de jogo, poruma suposta simulação de pênalti, causando preocupação no flanco celeste. Muitas faltas e um jogo rifado contrastavam com o bom futebol apresentado pelo Cruzeiro nas últimas partidas. O que considero normal, dado o campo e o adversário.
Aos 25, bom avanço celeste. A bola sobra com Fabrício no cantinho da área. Esperto, o volante celeste recebe um leve toque no joelho, cai, e o juizão aponta penalidade máxima para o Cruzeiro. Na batida, Roger faz 1×0, em cobrança que o goleiro Renan nem saiu na foto.
Pressionado, o Avaí tentou sair mais para o jogo, mas o Cruzeiro controlou bem as ações da partida até o final do primeiro tempo.
Um a menos no campo, um a mais no placar.
O Cruzeiro começou o segundo tempo com a mesma equipe do primeiro tempo. Quem também voltou igual foi o jogo, truncado e cheio de faltas. Aos 8 do segundo tempo, M. Paraná fez falta para matar um jogada Avaiana e recebeu o segundo amarelo, sendo expulso de campo.
Mesmo com um a menos o time celeste marcava bem, embora não conseguisse atacar com muita eficiência. Até que, aos 26 da etapa complementar, Thiago Ribeiro recebeu um lançamento muito bom, penetrou na área adversária, cortou para direita e soltou um belo chute que bateu na trave e nas costas do goleiro do Avaí antes de antrar, marcando o 2º gol estrelado. Foi um daqueles lances que abençoa times campeões (tomara… rs).
Na pressão, em uma falha de marcação celeste, o Avaí diminuiu com Laércio. Mas a investida avaiana não foi suficiente para o empate. Final de aprtida, Avaí 1 x 2 Cruzeiro.
Com a vitória, o Cruzeiro vai a 37 pontos, mesma pontuação do Botafogo e apenas 1 a menos que Corinthians e Fluminense (que medirão forças semana que vem).
Se o jogo não foi bonito, o resultado em si foi uma beleza, para alegria dos amigos que compareceram para empurrar nosso Cruzeirão na Sampa Azul este domingo.
Quarta feira que vem tem mais. Que venha o Guaraní e mais 3 pontos para o esquadrão estrelado.

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Parque da Raposa!

3 jogos no Parque do Sabiá, 3 vitórias por 1×0 e mais 3 pontos para o nosso Cruzeirão. Definitivamente, encontramos nossa casa neste brasileirão.
Desfalcados nada mais, nada menos do que de 7 jogadores, dentre eles o talentoso Montillo, o Cruzeiro enfrentou o poderoso elenco colorado em uma disputa direta por uma vaga no G4. Roger assumiu a camisa 10, enquanto Everton também dei as caras no time titular.
Com a bola rolando, o Cruzeiro teve 30 minutos de um futebol magnífico. Com um toque de bola dígno da tradicional escola Cruzeirense, o Cruzeiro envolvia o time do Internacional. Quando estava sem a bola, o time marcava como gente grande e o time vermelho não viu a cor da bola.
Logo no começo da partida, Everton deu uma cabeçada perigosa que ameaçou o arco colorado. Aos 14, em um cruzamento feito pelo Jonathan – de trivela – ele mesmo pegou de sem-pulo para marcar o primeiro gol da partida.
Para se ter uma idéia do começo empolgante do Cruzeiro, até os 25 minutos de partida, o Inter havia cometido 9 faltas e o Cruzeiro nenhuma. Jogávamos muita bola e jogavamos limpo.
Com a desvantagem no placar o Inter começou a investir mais em jogadas ofensivas, mas só veio incomodar o goleiro Fábio aos 29 minutos, em uma bola cruzada que passou perigosamente a frente do arco celeste.
No segundo tempo, o jogo ficou mais movimentado. O Inter passou a controlar as jogadas mais ofensivas e o Cruzeiro passou a jogar mais no contrataque. Até os 15 da etapa complementar, o Cruzeiro cozinhou o jogo como quis. Depois disso, o Inter pressionou mais, porém não conseguiu empatar.
Talvez até em conseqüência de um time que correu muito no primeiro tempo e do preparo físico ainda deficiente de Roger e Farias, sem contar o que correu o Everton, o Cruzeiro não era tão perigoso como no primeiro tempo, embora tenha conseguido boas chances também na etapa complementar.
Final de jogo, Cruzeiro 1×0 e vaga no G4 garantida até o final desta rodada.
Aos poucos o time vem crescendo e melhorando o seu futebol. A vitória contra um adversário direto credencia o time estrelado a briga pelo título. Agora é preparar o espírito para enfrentar o bom Avaí no estádio da Ressacada, ainda sem Montillo e W. Paulista.
Vamos Cruzeiro!
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Time de Guerreiros

“Guerreiros, Guerreiros, Guerreiros, time de Guerreiros!”

Foi com esse canto que a torcida azul – que lotou o seu espaço no Pacaembú – saudou a sensacional virada do Palestra Mineiro sobre o Paulista na tarde deste domingo. Agora, com 31 pontos, o time estrelado segue na briga pelo caneco e enche a torcida de esperança de que o melhor ainda está por vir.
O Jogo.
A confiança da torcida celeste era grande para o jogo deste domingo. Embora os atacantes não estivessem com a pontaria muito afiada, o time vinha fazendo bons jogos e mostrando um futebol envolvente e criativo.
Aos poucos, o Pacaembú foi se enchendo dos dois lados. A torcida cruzeirense era formada em quase a sua totalidade por famílias e torcedores “comuns”, que “representaram” muito bem os milhões de corações azuis espalhados pelo Brasil.
De branco, o Cruzeiro atacava no primeiro tempo para o lado de sua torcida. E a primeira impressão que o time deixou foi bem positiva.
Assistir ao jogo do estádio dá uma outra visão sobre a partida. Se em outras ocasiões, do campo, assistíamos um time disperso, que não atacava em bloco, desta vem víamos um desenho muito bem feito em campo, com o time bem postado e ocupando todos os espaços do adversário.
O Palmeiras tentava atacar, mas o Cruzeiro tinha um toque de bola envolvente e uma marcação muito eficaz. Do campo, não sentíamos pressão do time paulista. Pelo contrário, parecia que nós estávamos mais consistentes em campo.
Aos 12 minutos, o lance mais agudo do Cruzeiro no primeiro tempo, quando Montillo cobrou uma falta perigosíssima, para defesa de Fábio. O jogo seguiu no mesmo rítmo, emparelhado, até os 33 do primeiro tempo. De longe, pouco vimos ou entendemos o lance que originou o pênalti para o Palmeiras. (Agora, vendo pela TV, confesso que ainda fico em dúvida se todo juiz marcaria a infração).
Kléber cobrou e fez 1×0 Palmeiras, contendo uma comemoração mais forte. (aliás, para quem teve curiosidade, parte da torcida xingou o Kléber enquanto a Máfia apoiou e cantou o nome dele).
O placar não era justo pelo que assistíamos da arquibancada. Minutos depois, Fábio faz uma bela defesa no chute de Edinho. Mas o pecado mesmo foi o segundo gol Palmeirense, em uma falha de marcação na cobrança de escanteio para o time paulista.
Depois do gol, o time sentiu um pouco a pressão. O Palmeiras passou a ser mais perigoso e a ter um volume maior na partida até o final do primeiro tempo.
Vamos tirar a “foto da virada”. Foi assim que batizamos a tradicional foto do intervalo,

mesmo com 2×0 no placar. Videntes? (rs)

Mudança de jogadores e postura.

Em desvantagem no placar, Cuca sacou do time Wellington Paulista e Gil (que estava amarelado) para a entrada de Roger e Farias, o argentino do cabelinho serelepe que fazia, enfim, a sua estréia pelo Cruzeiro.
A partir daí, foi só Cruzeiro. Mais calmo e organizado em campo, o time tratou de pressionar o Palmeiras. O diferencial deste time passou a ser o bom toque de bola e a incansável movimentação do Montillo, Roger e Thiago Ribeiro. Os 3 se desdobravam em campo para abrir espaços para os companheiros.
Aliás, muitas vezes, não ver o jogo ao vivo não nos dá a visão correta do desempenho de um jogador para o time. O que o Thiago Ribeiro se movimenta para o time é um espetáculo. Peça fundamental no ataque.
Todo mundo de verde estava bem marcado, e Kléber não conseguia fazer nada em campo. Já em uma de suas primeiras jogadas em campo, o Farías se chocou com Marcos e o goleiro do Palmeiras teve de sair de campo, machucado. Mudava alí o panorama da partida.
Aos 14 minutos de jogo, depois de um rolinho fantasmagórico de Montillho, o camisa 10 cruzou na área e a bola sobrou para Róger que chutou. A bola desviou em Pierre e foi entrando devagarinho dentro do gol. Deus! como demorei para gritar este gol.
2×1 no placar, o time estrelado ganhou ainda mais força. O time tentava, se movimentava e buscava o gol de empate. E logo 5 minutos depois, Roger deu um passe milimétrico para Montillo que, cara a cara com o gol, não perdeu a chance e fez o 2º gol do Cruzeiro.
A galera azul explodiu em alegria e emoção nas arquibancadas. A partir daí, só deu Cruzeiro em campo e na arquibancada. Ao som de “vamos virar Zêro”, o time continuou a sua saga pela vitória, embora com um pouco menos de velocidade.
Mas estávamos sentindo que hoje era dia de se fazer história. Era dia de se escrever mais uma página heróica imortal. E aos 39 do segundo tempo, farias recebeu um cruzamento maravilhoso na pequena área e fez o gol da virada e da explosão da torcida azul no Pacaembú.
Os 3 minutos seguintes de partida eu pouco posso falar, pois foi o tempo que ficamos nos abraçando e gritando na arquibancada. Só me lembro de xingar muito o 4º árbitro quando vi uma placa de 4 minutos de acréscimo.
Mais 2 chances de bola parada para o Palmeiras, uma de falta, outra de escanteio. entre elas, um chute do Jonathan que poderia ter matado a partida.
Fim de jogo, Cruzeiro 3×2 em um jogo inesquecível.

Esta já é a foto da vitória mesmo, com o sorriso que só um 3×2,
fora de casa, de virada, pode proporcionar.

Do meu lado, amigos, famílias, adultos, crianças… todos cantando e se abraçando para comemorar esta vitória tão especial e suada. Um jogo de 3 gols, que há muito não marcávamos em uma só partida.

Precisa falar mais?


“Guerreiros, Guerreiros, Guerreiros, time de guerreiros”… esta é a minha última lembrança do Pacaembú hoje, um dia em que a coragem, a perseverança e a ousadia perseveraram em campo.

Parabéns Cruzeiro.

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1 gol por jogo.

Mais uma vez o Parque do Sabiá recebia um grande público para acompanhar um dos maiores clássicos do Brasil: Cruzeiro X Flamengo. Público este que, apesar do jogo com mando celeste, teve um grande número de Flamenguistas no estádio. E o mais importante, muitas vezes com torcedores azuis e rubro-negros lado a lado na arquibancada, em um exemplo de como se torcer de maneira saudável.
Dentro de campo, também se repetiu a história dos últimos jogos. O Cruzeiro começando a partida muito bem, pressionando o adversário e controlando a partida. Tanto, que em apenas 23 minutos de jogo, o time já tinha criado ao menos 5 boas chances de gol. Aliás, uma delas, logo aos 9, realmente foi.
Depois de um cruzamento açucarado de Thiago Ribeiro, foi um tal de chuta daqui, rebate dali demtro da área carioca até que Frabrício erra o chute mas deixa a bola livre para o Robert (acreditem) fazer 1×0 Cruzeiro.
Montillo era o maestro cruzeirense em campo, armando boas jogadas e se movimentando muito bem. No entando, depois dos 25 minutos de jogo, as coisas ficaram levemente mais parelhas e o Flamengo chegou a incomodar a área celeste. Os times passaram a alternar boas jogadas, mas o primeiro tempo terminou mesmo no 1×0.
O segundo tempo começou com um Cruzeiro mais cauteloso e um Flamengo em busca do empate. Tanto que, logo ao primeiro minuto, uma bola cruzada na área celeste quase surpreendeu Fábio no arco celeste.
O leve domínio carioca permaneceu até os 17 do segundo tempo, quando o Cruzeiro decidiu atacar mais. Wallyson perdeu um gol incrível depois de uma assitência mágica do argentino Montillo.
Aos 31, uma bola que poderia ter custado a partida. Wallyson disparou pela direita e cruzou milimetricamente para Diego Renam, que conseguiu perder um dos gols mais feitos da partida.
Aliás, COMO PERDEM GOLS estes jogadores do Cruzeiro. Um pecado com o meio campo que tem armado tantas jogadas boas para o ataque celeste. Estamos devendo MUITO neste quesito.
Aos 28 do segundo tempo, Thiago Ribeiro arrancou para o gol e sofreu falta de Jean. Como era o último homem, para desespero dos rubro-negros e da Globo, foi expulso.
A partir daí, só deu cruzeiro. O bom Montillo realmente era o destaque da partida, mas a energia dele não dura até o final do jogo. Aos 34, em jogada individual, acabou perdendo uma bola que, com mais fôlego, seria perigosíssima. Tanto que quase no fim, deu lugar ao Roger que, mais uma vez, jogou seus minutionhos de bom futebol.
Só restou ao Cruzeiro tocar a bola e controlar a partida, ao som dos gritos de “olé” da torcida cruzeirense.
Pontos importantíssimos para o Cruzeiro. Estamos vivíssimos na briga pela Libertadores e com chances de título. Só precisamos reaprender a fazer mais de um gol por partida.
Agora é juntar essa turma de São Paulo para lotar o Pacaembú no próximo domingo, do desafio dificílimo contra o Palmeiras.
Vamos vamos Cruzeiro!

Em tempo: este é o post de número 100 do nosso Blog. Parabéns a vocês leitores que acompanham e participam deste espaço.