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Poucos e bons

A Festa de Fim de ano da Sampa Azul aconteceu em grande estilo na noite desta quarta-feira, dia 16 de dezembro.

Teve a chuva, o trânsito e o caos de uma “Sampa” megalomaníaca, porém com a alegria, a vibração e a amizade “Azul” que nos é costumeira.
É bem verdade que o público presente foi muito aquém do esperado, talvez fruto de um final de dia complicado na capital paulista. Mas, certamente, foi em um momento como este que algum sábio inventou o ditado: “Quantidade não é a mesma coisa que qualidade”.
Os guerreiros que compareceram à festa aproveitaram o palco, o telão e a iluminação especial para se divertir muito. Muitas risadas e cantorias romperam o silêncio da vizinhança, tudo regado ao talento “semi-profissional” do Filipe na viola e do Geraldo no microfone. (Aliás, alguém tira o microfone do Geraldo… rs)
Aos poucos, a festa se tornou um verdadeiro “Aovivokê”. Dentre músicas conhecidas – e outras nem tanto – a galera chegou a compor novas letras que fariam sucesso em qualquer festa de cruzeirenses.
O hit da noite, a canção marcante da festa fim de ano, foi a espetacular: “E eu… (pa ra pá pá pá) Vou pra libertadores sem vocêeeee…”
Nos intervalos da cantoria, uma seleção de vídeos especiais davam o tom da festa. Brincadeiras com o rival se alternavam com imagens de grandes conquistas do Cruzeiro.
Hora de música realmente profissional
Para a sorte dos nossos ouvidos, a festa contou com o talento do excelente músico Mauro, que a convite do Izael, tocou durante horas para os amigos da Sampa Azul.
O também palestrino cantor soltou a voz e deu o toque final na festa que, a esta altura, já beirava a perfeição.
(Quem desejar contratar o talento do Mauro, ai vão os contatos: Tel. (11) 7666-9265 / email: maurobonagura@gmail.com).
Uma mensagem a Sampa Azul
A comemoração de ontem foi o fechamento de um ano muito especial para todos nós. Celebramos ontem a amizade que uniu esse povo durante todo o ano de 2009.
Mais do que um lugar para assistir aos jogos do nosso time de coração, ontem foi dia de celebrar a conquista de novos amigos. Pessoas que, independente de jogos ou do Cruzeiro, levaremos conosco nessa jornada maulca chamada que chamamos de vida.
Que em 2010, e muitos anos no futuro, tenhamos momentos e conquistas como esta para comemorar. E, se Deus permitir, que muitas destas festas venham acompanhadas de conquistas do nosso Cruzeiro.
O meu mais sincero agradecimento…
…a todos os amigos que compareceram para prestigiar a festa organizada com tanto carinho pelo Izael. Superaram a chuva, o stress e o trânsito desta cidade doida, tudo para estarem lá ontem. Um exemplo de comprometimento com nosso grupo.
Ao próprio Izael, pelo empenho e dedicação que ele sempre demonstrou conosco, abrindo as portas do seu estabelecimento para nos receber de forma tão acolhedora.
Ao Mauro, músico de primeira, que abrilhantou a festa com sua voz e violão. Simpático, talentoso, também palestrino e, depois de ontem, um pouco mais cruzeirense.
E, por fim, a todos os amigos que fizeram de 2009 um ano especial para a história do Cruzeiro. Um ano que fica marcado como o surgimento da primeira embaixada celeste em São Paulo: a Sampa Azul.

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Vamos fechar 2009 com chave de ouro!

Para quem adora as festas de final de ano, a Sampa Azul vai dar mais um motivo para comemorar: 1ª Festa de Fim de Ano – Sampa Azul.

Na noite da próxima quarta-feira, dia 16 de dezembro, na sede da Sampa Azul, vamos reunir todos os amigos que ajudaram a formar a primeira embaixada do Cruzeiro na cidade de São Paulo.
Tragam amigos e familiares pois será um dia muito especial. Vamos relembrar o que aconteceu de melhor durante o ano.
Será uma festa maior do que em dia de jogos. Vamos enlouquecer os vizinhos do Izael… rs
Se possível, venham devidamente uniformizados com o manto celeste. Afinal de contas, não existe roupa melhor para a ocasião?
Festa de fim de ano Sampa Azul.
Tão bacana quanto depenar os adversários.
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O “TRI” da Libertadores…

Sim, amigos cruzeirenses. Podem comemorar pois a tão sonhada vaga na Libertadores 2010 é nossa!

O Cruzeiro entrou em campo hoje com dois desafios distintos. Vencer o Santos na Vila e contar com o tropeço de São Paulo ou Palmeiras para beliscar uma das vagas na Libertadores. E apesar de já ter revelado o final desta história logo no primeiro parágrafo, ler como isso aconteceu é tão emocionante quanto a vaga propriamente dita.
Logo nos primeiros minutos de jogo, o Cruzeiro abriu o placar com W. Paulista, em uma bomba no canto direito do gol do jovem goleiro Santista. Minutos depois, quase apliou o placar com um chute do mesmo camisa 9 celeste. Depois disso, o primeiro tempo acabou sem maiores emoções.
Quando o segundo tempo começou, o que se viu em campo foi um Santos mais agressivo e um Cruzeiro preocupado em se defender. Panorama que se intensificou com o gol do Botafogo sobre o Palmeiras.
Estávamos, enfim, dentro do G4 e com a mão na vaga para a Libertadores. Mas nada para o torcedor cruzeirense pode ser fácil ou sem sofrimento. E em um lance do pelo lado direito do Cruzeiro, Mádson faz falta em Jonathan, mas o juiz inverte a infração e pune o lateral do Cruzeiro com o segundo amarelo. Ficamos com um a menos.
O Adílson apostou em uma tática para segurar o resultado a qualquer custo. Colocou o time com 4 zagueiros para segurar a pressão. O que ele não esperava era que o Santos empatasse o jogo em uma falha de marcação dos 4 defensores celestes.
Mais uma vez, uma série de indagações tomavam conta da mente do torcedor estrelado. Será que deixaríamos a vaga espacar, mesmo com tudo conspirando a favor e o Botafogo vencendo o jogo? Será que merecemos mais este castigo em 2009?
Enquanto o Botafogo apliava o placar para 2×0 contra os porcinos, o Cruzeiro sofria para empatar o jogo, com um a menos e 4 zagueiros em campo. Foi então que Adílson deu a sua cartada final… Kléber, o polêmico gladiador do Cruzeiro, entraria em campo para tentar mudar o panorama da partida. Parecia estar escrito. Muitos do que assistiam o jogo comigo apostaram “e não é que o Kléber vai entrar e fazer o gol do Cruzeiro? Podem acreditar.”
Dito e feito! No primeiro chute a gol que deu na partida, na sua volta ao Cruzeiro, o K30 desempatava a partida em favor do Cruzeiro. (Meu Deus, como o pessoal da Sampa Azul vibrou neste gol!)
Mais uma vez, a vaga estava em nossas mãos, e daí até o final da partida, suamos sangue. Principalmente nos 5 minuots finais de jogo, momento em que a torcida do Cruzeiro sempre fica apreensiva. Mas a cota de sofrimento em fim de jogos estava esgotada este ano, e após um ataque perigoso de Neimar que quase empatou a partida no último minuto, o juiz apitou o fim do jogo.
Vibramos muito, mas ainda era preciso agonizar com os minutos finais do jogo contra o Botafogo. E tome mais sofrimento! O juiz deu 4 minutos de acrescimos na partida, tempo suficiente para o Palmeiras descontar faltando 2. Não podia ser verdade. Mais sofrimento?! Depois de uma virada daquelas na Vila!?
Mas o destino não quis que o Palmeiras empatasse a partida e o jogo acabou 2×1 para o “Botazeiro”, que teve direito a gol de Jóbson, futuro craque celeste… rs
E que ironia do destino… o Kléber fez o gol que classificou o Cruzeiro e eliminou o seu amado Palmeiras da Libertadores. Como o mundo gira, heim? Não poderia existir roteiro mais irônico.
Fim de Brasileirão, e o Cruzeiro conquistou o “TRI” da Libertadores. Não o campeonato como queríamos, mas pelo terceiro ano consecutivo, vamos disputar o torneio mais importante da América Latina. Fica a sensação de que podíamos ter conquistado mais, só que para quem viveu receio de cair para a segunda divisão, esta vaga foi de lavar a alma. Como é difícil e louvável esta conquista de hoje.
E cá entre nós… temos ainda um gostinho mais do que especial de ver a “galinhada” assistindo a mais uma vitória do Cruzeiro. Não só acabamos o campeonato na frente do time listrado, como ainda nos classificamos para a Liertadores.
Por isso, para esses torcedores do MST (Movimento dos Sem Time), fica o meu sorriso de time grande e vencedor. A única chance deles comemorarem algo é torcer para o Cruzeiro chegar em decisões para que tenham a “sorte” de algum adversário nos vencer, pois em BH e no Brasil todo, esta camisa listrada já virou motivo de chatota.
Parabéns ao time, ao Adílson Batista e especialmente a torcida celeste que foi um verdadeiro SHOW este ano. Ano que vem, vamos em busca do título que nos escapou este ano.
E não podia acabar esta mensagem de uma forma diferente, se não cantando com vocês a música que acordou todos os vizinhos da Sampa Azul…
“Vamos Cruzeiro querido de tradição,
Libertadores, ser Campeão!”
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Com a mão no caneco… de cerveja!

Depois de tantos resultados adversos no Mineirão, finalmente o Cruzeiro fez valer o fator “mando de capo” e tratou de despachar o Coritiba pelo placar de 4×1.
É bem verdade que a desconfiada torcida estrelada ainda levou um belo susto com o time paranaense abrindo o placar aos 11 do primeiro tempo. Mas a pontaria de Henrique (que este ano acertou tudo e mais um pouco chutando de fora da área) e o oportunismo de Jonathan garantiram a virada cruzeirense ainda no primeiro tempo.
W. Paulista – de pênalti – e o jovem garoto Eliandro trataram de dar números finais a partida, que só não foi mais ampla pois Athirson perdeu um gol feito e o zagueiro do Coritiba, em um lance cômico, tirou uma bola certeira meio que sem querer, quando seu corpo “ricocheteou” na trave celeste.
Embora difícil, o Cruzeiro ainda chega vivo na luta pela Libertadores na última rodada. De todos os adversários, fica nossa torcida para que o Botafogo fuja do rebaixamento derrotando o Palmeiras no Engenhão. E, claro, que o Cruzeiro faça a sua parte contra o Santos.
De qualquer modo, hoje um prêmio de “consolcação” foi dado à torcida celeste. Depois de 35 rodadas, o Cruzeiro ultrapassou o arqui-rival Atlético e fez a alegria de diversos cruzeirenses que fizeram apostas com torcedores galináceos.
Tarda mais não falha! Agora um empate garantirá este prêmio de consolação para a torcida celeste, além de litros e litros de cerveja.. (hahaha). Pelo menos nesta disputa, estamos com a mão no caneco… de cerveja!
Brincadeiras a parte, é pouco para quem teve hoje a certeza de que poderíamos – de fato – ser campeões brasileiros se na hora “H” não tivéssemos falhado tanto.
Que venha o Santos! E que mais uma zebrinha passeie pelos campos de São Paulo e Palmeiras, deixando uma vaguinha na LA2010 para gente.
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O dia do “Fico” celeste.

“Se é para o bem de todos e felicidade geral nação, diga ao povo que fico”.
Não meus amigos, não foi parafraseando D. Pedro I que o treinador celeste confirmou sua presença no Cruzeiro em 2010. Mas sim, Adílson será o comandante estrelado por, pelo menos, mais uma temporada.
Quando o Adílson chegou ao Cruzeiro em 2008, muita gente olhou com desconfiança a chegada daquele desconhecido treinador. Afinal a diretoria havia prometido um técnico de “renome” para a libertadores daquele ano, e Mano Menezes, treinador da moda na ocasião, deu um “toco” na diretoria celeste para acertar com o Corinthians.
Em sua trajetória no Cruzeiro, Adílson sempre foi um camarada um tanto quanto “polêmico”. Logo que chegou, pediu a contratação de três volantes (Henrique, M. Paraná e Fabrício). Destes, apenas Fabrício começou bem, enquanto Paraná (improvisado na lateral direita) e Henrique sofriam com as cobranças da exigente – e chata – torcida do Cruzeiro.
Adepto do futebol moderno, no qual jogadores não guardam apenas uma posição em campo, foi diversas vezes questionado pela torcida, e até hoje “sofre” com um apelido que ele mesmo se concedeu em uma entrevista pós jogo. “O pessoal diz que eu invento, que sou o Professor Pardal”.
Polêmico também no tratamento com a imprensa. Claramente emotivo e dedicado, o treindor não leva desaforo para casa. Responde de forma ríspida a algumas críticas e questionamentos da imprensa mineira. (Eu também responderia de forma mais abrupta aos emplumados disfarçados de jornalistas).
Infelizmente o torcedor, a massa de um modo geral, é teleguiada e compra as picuinhas dissipadas pela imprensa. Por isso o treinador nunca conseguiu ser unanimidade entre os Cruzeirenses.
Particularmente eu acredito muito em duas coisas: Seriedade e Trabalho. E nestes quesitos, acredito que o Adílson se destaque com louvor. Ele é estudioso do futebol, dedicado e trabalhador. Acredita no que faz e é coerente com seus pensamentos. Se por um lado, uma certa teiomosia não faz dele um cara perfeito, por outro a insistência em suas crenças rende frutos. Que o digam M. Paraná e Henrique, que antes foram questionados e hoje conquistaram o respeito da maioria da torcida.
A continuidade de um trabaho sempre rendeu bons frutos aos times que apostaram nessa filosofia. Foi assim com o Muricy no São Paulo e com o Luxemburgo no Palmeiras de 92 e 93, e no Cruzeiro de 2003. Para 2010, teremos os mesmos jogadores, o mesmo treinador e uma vantagem enorme perante times que ainda vão se montar para a próxima temporada.
Nas últimas rodadas, Adílson cativou um pouco mais os torcedores celestes e, hoje, já recebe a admiração de grande parte da torcida. Episódios polêmicos e divertidos como o “Toma” que ele gritou para a torcida logo após um gol, e a fantástica voadora na placa de publicidade no jogo contra o Santo André externaram para todos o lado torcedor e apaixonado do treinador estrelado.
O Adílson comanda o time como se tivesse um “joystick” nas mãos. Grita o tempo todo na beira do campo e nunca deixa de cobrar de seus jogadores. Para os mais racionais, basta olhar para os números de um treinador que apresenta o melhor aproveitamento pós 2003 no comendo do Cruzeiro (e temos que destacar que o Adílson não tem nenhum Alex10 em campo).
Como sou fã de pessoas trabalhadoras e coerentes, não poderia deixar de expressar aqui o meu apoio ao técnico Adílson Batista. Minha torcida ele sempre teve, pois como torcedor, incentivar é minha obrigação. Agora deixo aqui também o meu desejo de boa sorte.
Que ele saiba que muitos vão questioná-lo, que a imprensa vai incomodar e perturbar o ambiente celeste. Mas que ele seja paciente, batalhador e nunca desista pois a maioria está com ele e tem fé no seu trabalho.
E na vida profissional é assim: “Quanto mais se trabalha, mais a sorte aparece”.
Um 2010 campeão para todos nós.