Eh, Judivan!

Judivan

E o resultado do jogo fica em segundo plano. No momento mais bonito do dia, a solidariedade do time com o garoto Judivan roubou a cena e vale muito mais que 3 pontos.

Mas chegaremos lá.

Já de férias e ainda digerindo a venda do Diogo, o Cruzeiro entrou em campo para experiências ao enfrentar um Avaí blocado na defesa, apostando tudo numa bobeira celeste.

Sabedoria ou estudo de caso? O fato é que mais uma vez essa bobeira aconteceu e o Avaí achou um gol em pênalti (que pra mim, não foi) de Henrique em Rômulo. Jr. Dutra bateu e abriu o placar.

Depois do gol o Cruzeiro pressionou, teve um pênalti não marcado em Rafinha, mas o empate ficou para a segunda etapa, aos 13, quando Diogo Barbosa cruzou para T. Neves empatar a partida.

Aos 29, Judivan entrou em campo para delírio da galera. Aos 30, o juiz marcou pênalti (que não foi) em Robinho, que imediatamente deu a bola para o garoto bater. Na cobrança ele não decepcionou e fez seu 1º gol, menos de 1 minuto depois de retornar de uma lesão que o tirou de campo por 2 anos.

A parte mais bonita foi a maneira com que o time e a torcida abraçaram o Judivan. Definitivamente o ponto alto do jogo.

Para variar novamente, já nos acréscimos, com o jogo controlado, um cochilo na saída de bola e o Avai rouba o lance, Caio César lança Jr. Dutra que cabeceia para fazer o empate. 2×2 no placar e assim ficou até o apito final do juiz.

No laboratório, fica ponto positivo para Galhardo. Em que pese o fato de o adversário ser o Avaí e nossa referência o Ezequiel, sua presença ofensiva e qualidade de passe agradaram muito. Saiu cansado. O menino Jonata teve uma oportunidade justa, necessária, mas não conseguiu ainda brilhar. Terá novas chances.

T. Neves e Diogo Barbosa foram os jogadores que mais me agradaram, enquanto Romero anda um pouco displicente no meio campo.

Agora é seguir amargurando a expectativa pelo período de entressafra, torcendo para não perdermos mais peças e para a chegada de improváveis reforços de peso.

Wagner prometeu presentes para o Natal. Gilvan sinalizou a volta do Egídio (nunca critiquei… rs). E aí, caro torcedor, o que você espera do fim do ano?

(por E.M.)

Cabia mais…

Cruzeiro_Cabia_mais

Em ritmo de férias, o Cruzeiro começou o jogo naquele toque sem objetividade, até que aos 7, na sobra de um chute despretensioso, o Fluminense abriu com o garoto Pedro. Atrás no placar, o Cruzeiro apertou um pouquinho e logo chegou no empate, em chute de Romero que desviou no zagueiro Henrique antes de encobrir Cavalieri. E foi isso que um primeiro tempo xoxo nos reservou de emoções.

No segundo tempo, com um pouco mais de vontade das equipes, a partida melhorou. Logo de cara, T. Neves perdeu um gol claro. Aos 9, o atrapalhadíssimo e fraco juiz expulsou Marlon depois de toque na mão. Foi preciso – porém – ‘ajuda dos universitários’ para mostrar o óbvio. Na sequência, T. Neves cobrou a falta e D. Barbosa triscou na bola para virar o jogo. Com direito a mais lambança do juizão, que demorou a validar o gol celeste.

Nos minutos seguintes, o Cruzeiro perdeu a chance de espancar o Fluminense, desperdiçando inúmeras chances de gol, a mais clara com R. Sóbis, que perdeu lance só – cara a cara com o goleiro – num daqueles lances que enterra a moral de um jogador já marcado pela torcida.

Animado, o Cruzeiro fez mais um aos 27, em troca de passe que mais parecia futebol de salão, rápido, até T. Neves concluir ao gol: 3×1.

Cabia mais. Muito mais. Porém sem mais nada a almejar no campeonato e com a vitória garantida, a Raposa tirou o pé e perdeu a chance de humilhar o time que deve 2 séries B.

Temos mais 4 jogos para nada de muito interessante. Com a chance de pensar em 2018 desde já, ficamos aqui na expectativa de como pagaremos os ‘migués’ da gestão Gilvan, enquanto esperamos pelos 3 reforços de peso prometidos ao Mano.

Vamos Cruzeiro!
(por E.M.)

Displicente

banner_displicente

Em um jogo de poucas emoções – quase nenhuma delas para o lado azul – o Flamengo bateu o Cruzeiro aproveitando uma escorada de cabeça inteligente de Vizeu, que Everton completou para o gol.

Apesar do discurso do Mano, o empenho dos jogadores Celestes no jogo de hoje claramente foi menor do que aquele apresentado pelo adversário. O jogo poderia ter 200 minutos… mas o excesso de erros de passe acabava com qualquer perspectiva de empate.

Como castigo final merecido, V. Júnior ainda ampliou nos acréscimos.

Em que pese ausências importantes de jogadores como Sasse, Arrascaeta, Raniel, Rafinha, dentre outros, time de hoje podia mais. Mas será que queria?

Hoje não destaco ninguém.

Estamos em 6º, esperando o Réveillon para jogar algo que realmente valha algo.

(Por E.M.)